Domingo de Ramos
17:00 - Procissão de Ramos saindo da capela de São Francisco para a Matriz
Segunda-feira Santa
19:00 - Celebração da CF - pg. 22
Terça-feira Santa
18:30 - Terço das crianças em caminhada na Praça da Matriz
19:00 - Missa dos Santos Óleos (Catedral de Parnaíba)
Quarta-feira Santa
18:00 - Terço do encontro e Santa Missa pela Paz
Os homens saem da Praça da Av. Lívio de Carvalho
As mulheres saem da Capela São José (Encontro na Matriz)
Quinta-feira Santa
09:00 - Missa do lava-pés em Coroa de São Remígio
17:00 - Missa do lava-pés em Barra do Longá
19:00 - Missa do lava-pés na Matriz e Momento de Adoração
Sexta-feira Santa
06:00 - Via-Sacra saindo da Capela N. Sra. das Graças para a Matriz
15:00 - Celebração da Paixão do Senhor na Igreja Matriz
Sábado Santo
21:00 - Vigília Pascal (cada pessoa deve levar uma vela pra Igreja Matriz)
Domingo de Páscoa
09:30 - Missa com as crianças na Matriz
19:00 - Missa na Matriz
terça-feira, 26 de março de 2013
segunda-feira, 25 de março de 2013
Considerações sobre a nota do CFM a respeito do aborto
O
presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e Família da
CNBB, dom João Carlos Petrini, divulgou nesta sexta-feira, 22 de março,
algumas considerações a respeito de uma nota publicada pelo Conselho
Federal de Medicina (CFM), que apoia o direito de aborto até a 12ª
semana de gestação. A seguir, a íntegra da mensagem.
Brasília, 22 de março de 2013
CEPVF Nº 0164/13
CONSIDERAÇÕES SOBRE A NOTA DO CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA A RESPEITO DO ABORTO
Causou surpresa à sociedade brasileira a
decisão tomada pelo Conselho Federal de Medicina, durante o I Encontro
Nacional dos Conselhos de Medicina, favorável à interrupção da gravidez
até a 12ª semana, como prevê a proposta do novo Código Penal, em
discussão no Senado Federal. As imediatas reações contrárias a esse
posicionamento demonstram a preocupação dos que defendem a vida humana
desde sua concepção até a morte natural. Merece, por isso, algumas
considerações.
O drama vivido pela mulher por causa de
uma gravidez indesejada ou por circunstâncias que lhe dificultam
sustentar a gravidez pode levá-la ao desespero e à dolorosa decisão de
abortar. No entanto, é um equívoco pensar que o aborto seja a solução.
Nossa civilização foi construída
apostando não na morte, mas na vitória sobre a morte. Por isso a Igreja
criou hospitais, leprosários, casas para acolher deficientes físicos e
psíquicos. Recorde-se, em época recente, a figura das Bem-aventuradas
Madre Teresa de Calcutá e Irmã Dulce dos pobres, bem como os milhares de
pessoas que, quotidianamente, se dedicam a defender e promover a vida
humana e sua dignidade.
As constituições dos principais países
ocidentais apresentam uma perspectiva claramente favorável à vida. A
Constituição Federal do Brasil, em seu artigo 1º, afirma que a República
Federativa do Brasil tem como um de seus fundamentos a dignidade da
pessoa humana. E, no seu artigo 5º, garante a inviolabilidade do direito
à vida.
Ajuda a evitar o aborto a implantação de
políticas públicas que criem formas de amparo às mulheres grávidas nas
mais variadas situações de vulnerabilidade e de alto risco, de tal modo
que cada mulher, mesmo em situações de grande fragilidade, possa dar à
luz seu bebê. Esta solução é a melhor tanto para a criança, que tem sua
vida preservada, quanto para a mulher, que fica realizada quando
consegue ter condições para levar a gravidez até o fim, evitando o drama
e o trauma do aborto.
O Conselho Federal de Medicina ao se
manifestar favorável ao aborto até 12 semanas parece não ter levado em
consideração todos os fatores que entram em jogo nas situações que se
pretendem enfrentar. Sua decisão, que não contou com a unanimidade dos
Conselhos Regionais, deixa uma mensagem inequívoca: quando alguém
atrapalha, pode ser eliminado.
Para justificar sua posição, o CFM evoca
a autonomia da mulher e do médico, ignorando completamente a criança em
gestação. Esta não é um amontoado de células sem maior significado, mas
um ser humano com uma identidade biológica bem definida; com um código
genético próprio, diferente do DNA da mãe. Amparado no ventre materno, o
nascituro não constitui um pedaço do corpo de sua genitora, mas é um
ser humano vivo com sua individualidade. A esse respeito convergem
declarações de geneticistas e biomédicos.
Todos esses fatores precisam ser
considerados no complexo debate sobre o aborto, reconhecendo os direitos
do nascituro, dentre os quais o direito inviolável à vida que vem em
primeiro lugar.
Que os legisladores sejam capazes de
considerar melhor todos os aspectos da questão em pauta e que seja
possível um diálogo efetivo, com abertura para alargar o uso da razão. O
uso apropriado da mesma não descartaria nenhum fator, reconhecendo os
direitos do nascituro, o primeiro deles, o direito inviolável à vida.
Deste modo, será possível legislar em favor do verdadeiro bem das
mulheres e dos nascituros, e se consolidará o Estado democrático,
republicano e laico, que tanto desejamos.
+ João Carlos Petrini
Bispo de Camaçari-BA
Presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e a Família/CNBB
Bispo de Camaçari-BA
Presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e a Família/CNBB
Fonte: CNBB
segunda-feira, 18 de março de 2013
Primeiro "Angelus" do Papa Francisco: Domingo é dia de encontro e de conversa
Uma
multidão de mais de 150 mil pessoas lotou a Praça São Pedro e todas as
ruas vizinhas, para assistir e rezar junto com o Papa a sua primeira
oração do Angelus, neste domingo, 17 de março. Francisco apareceu na
janela de seu apartamento para rezar e abençoar os fiéis, turistas e
romanos.
Desde as primeiras horas do dia, o
movimento já era grande. Toda a área foi interditada ao tráfico e ao
estacionamento. Francisco fez um discurso informal, falando de improviso
e apenas em italiano.
Ele saudou com as mãos e com um grande
sorriso, recebendo em troca aplausos e muito entusiasmo. A popularidade
de Francisco tem aumentado a cada dia desde que se tornou, quarta-feira
passada, o primeiro Papa latino-americano da história. Chegou ao balcão
com o seu modo simples, os braços ao longo do corpo e a mão direita ao
alto, saudando o povo. “Bom dia!” – foram as suas primeiras palavras.
Lembrando o episódio da mulher adúltera
que Jesus salva da condenação, Francisco ressaltou o valor e a
importância da misericórdia e do perdão nos dias de hoje: “Deus jamais
se cansa de nos perdoar. Nós é que nos cansamos de pedir perdão. Temos
de aprender a ser misericordiosos com todos”, afirmou.
Antes disso, Francisco disse que estava
contente de estar com os fiéis domingo, “dia do Senhor, dia de se
cumprimentar, de se encontrar e conversar, como aqui, agora, nesta
Praça, uma praça que graças à mídia, é do tamanho do mundo!”.
A propósito da leitura evangélica,
Francisco encorajou os fiéis citou a atitude de Jesus, que não desprezou
nem condenou a adúltera, mas disse apenas palavras de amor e
misericórdia, que convidavam à conversão.
“Vocês já pensaram na paciência que Deus
tem com cada um de nós? É a sua misericórdia: Ele nos compreende, nos
recebe, não se cansa de nos perdoar se soubermos voltar a Ele com o
coração arrependido. É grande a misericórdia do Senhor!”.
Dando andamento ao discurso, o Papa
citou um livro lido nestes dias sobre a misericórdia, de autoria do
Cardeal Walter Kasper, “um ótimo teólogo”. “O livro faz entender que a
palavra ‘misericórdia’ muda tudo; torna o mundo menos frio e mais justo”
– disse, ressalvando que com isso “não quer fazer publicidade ao livro
do cardeal”. Depois, completou lembrando o Profeta Isaias, que afirma
que “se nossos pecados fossem vermelho escarlate, o amor de Deus os
tornaria brancos, como a neve”.
Sem ler um texto preparado, Francisco
contou à multidão um fato de quando era bispo, em 1992, e uma senhora de
mais de 80 anos, muito simples (uma ‘vovó’, ele disse, ndr) quis se
confessar com ele. Diante de sua surpresa, a idosa lhe disse “Nós todos
temos pecados! Se Deus não perdoasse tudo, o mundo não existiria...!”.
De seu balcão, Francisco brincou com os fiéis arriscando que a senhora
“havia estudado na Universidade Gregoriana de Roma”.
Telões foram montados em toda a área
para transmitir as imagens do Papa, enquanto helicópteros sobrevoavam o
centro de Roma, e o Papa continuava seu discurso:
“É, o problema é que nós nos cansamos de
pedir perdão a Deus. Invoquemos a intercessão de Nossa Senhora, que
teve em seus braços a misericórdia de Deus em pessoa, no menino Jesus”.
O bispo de Roma, que é argentino, lembrou ainda que as origens da sua família são italianas, sublinhando, no entanto, que “nós fazemos parte de uma família maior, a família da Igreja, que caminha unida no Evangelho”.
O bispo de Roma, que é argentino, lembrou ainda que as origens da sua família são italianas, sublinhando, no entanto, que “nós fazemos parte de uma família maior, a família da Igreja, que caminha unida no Evangelho”.
Despedindo-se dos fiéis, Francisco disse palavras ainda mais simples: “Bom domingo e bom almoço!”.
Fonte: CNBB
segunda-feira, 11 de março de 2013
Véspera do Conclave
No Vaticano,
vive-se a expectativa da véspera de um momento histórico como é o início de um Conclave. No dia de hoje durante a manhã os cardeais continuaram com os seus trabalhos encontrando-se na décima congregação geral na Sala Paulo VI. No final da tarde de hoje pelas 17h30 (hora local) será celebrado na Capela Paulina o juramento para todo o pessoal da Santa Sé que estará de serviço durante o Conclave. Essas pessoas vão desde o Secretário do Colégio Cardinalício, dom Lorenzo Baldissieri, e outros colaboradores, como o Mestre das Celebrações Litúrgicas Pontifícias, os serviços de segurança, de transportes e de refeições.
Na cidade de Roma, como em diferentes lugares do mundo, multiplicam-se as iniciativas de reflexão e oração com o pelo do Conclave. Destacamos aqui a da Adoração Eucarística Perpétua, promovida pelo Centro Internacional Juvenil São Lourenço. Esta Adoração começou hoje às 11h e decorrerá até ao fim do Conclave e proclamação do novo Papa. Está também agendada por este Centro Juvenil uma procissão na Praça de S. Pedro para o dia 15, sexta-feira, se porventura ainda não tiver sido eleito o novo Papa.
Fonte: CNBB
sexta-feira, 8 de março de 2013
7ª Assembléia Paroquial
A Paróquia Nossa Senhora dos Remédios realizou nos dias 07 e 08 de fevereiro de 2013 a sua 7ª Assembléia Paroquial com o tema: Paróquia Missionária, na Vivência da Fé e da Partilha, à Luz da Palavra de Deus. Estiveram reunidas cerca de 80 líderes de comunidades e movimentos da paróquia para, juntos, avaliar as ações passadas e traçar metas para os anos de 2013 e 2014.
O encontro foi assessorado pelo Padre Eduardo Furtado e pela Ir. Maria Sampaio.
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